APPEP Participa do I Encontro de Perícia Criminal e Segurança Pública do Estado do Paraná

Promovido pela Associação Nacional de Peritos Criminais Federais-APCF

No dia 03 de dezembro de 2010 , a APPEP participou  do I Encontro de Perícia Criminal e Segurança Pública do Estado do Paraná, promovido pela Associação Nacional de Peritos Criminais Federais-APCF,  realizado na sede da Polícia Federal em nossa Capital.O encontro contou com a participação de delegados da Polícia Civil e representantes da Polícia Militar do Estado, representantes do Sindicato dos Policiais Federais,Peritos Criminais Federais e Estaduais, Promotores de justiça e representantes dos conselhos comunitários de segurança.Dentre os palestrantes destacamos  o Perito Criminal Federal  Agadeílton Gomes Menezes que discorreu sobre a Autonomia e modernização dos Órgãos periciais criminais.Um dos tópicos abordados e amplamente discutido, destacou a importância do investimento em qualificação dos profissionais, a autonomia  pericial,bem como,  uma metodologia referente a perícia, levando-se em conta  a estrutura da cadeia de custódia das provas obtidas.
O papel da Polícia Federal no novo quadro político nacional, foi tema da palestra proferida pelo Delegado Federal e Deputado Federal eleito Fernando Destito Francischini.O Deputado Francischini destacou em sua explanação, o problema da chamada “autofagia”,onde representantes de entidades de classe, candidatos a cargos eletivos ou pessoas que representam ou queiram representar determinada categoria, são combatidas ou sabotadas por colegas do meio em que atuam.Frisou que essas atitudes em nada contribuem, ao contrário, impedem o crescimento da representatividade política e profissional. Ao final de seu pronunciamento, Fernando Francischini, disse que  pretende ser um dos  representantes da segurança pública  no Congresso Nacional.

Uma empresa pronta para o RG digital

Parte dos documentos de nova geração que os brasileiros levarão no bolso terá componentes feitos em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. A Gemalto, multinacional francesa que ocupa um prédio discreto quase na divisa com o município de Curitiba, pretende enviar ao governo federal para homologação um primeiro lote de chips para o Registro de Identificação Civil (RIC), uma espécie de RG eletrônico que irá substituir as carteiras de identidade e outros papéis.

O coração do RIC é um chip, semelhante àqueles usados nos cartões bancários, nos celulares ou nos cartões-transporte da Urbs. E essa é a especialidade da Gemal­to, que já atende a um terço da de­­manda das operadoras de telefonia do Brasil. Por isso a empresa pretende ampliar a capacidade para pleitear uma fatia do RIC. Atualmente, a unidade consegue processar até 4 milhões de módulos por mês.

Essa capacidade foi atingida com a inauguração de uma nova linha, de encapsulamento de chips. Com ela, a Gemalto do Brasil passa a implantar o wafer, uma folha com centenas de chips ligados um ao outro. Antes, ela trazia de fábricas na Ásia fitas, semelhantes às usadas nos projetores de cinema, na qual os chips estão emendados e prontos para serem aplicados aos cartões. Ago­ra, essa fita (que recebe o nome de lead frame é feita aqui, num processo que inclui uma “costura” microscópica, feita com fios de ouro cuja espessura é semelhante à de uma teia de aranha. Essa linha recebeu investimentos de R$ 10 milhões, valor igual ao que deve ser aplicado em um sistema de produção para o RIC. Continue reading

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