Pesquisadores descobrem como captar impressões digitais em tecidos

Sistema permite visualizar com perfeição a palma da mão. Especialistas acreditam que este pode ser um passo importante para a resolução de crimes.

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Fonte da imagem: Reprodução/Forensic Science International

Com o aprimoramento de uma técnica já existente, pesquisadores da Universidade de Abertay Dundee, em conjunto com a polícia inglesa, desenvolveram uma forma de visualizar com perfeição qualquer impressão digital presente em tecidos.

A partir de estudos com a captação de detalhes de impressões digitais em superfícies planas, os pesquisadores conseguiram obter resultados impressionantes ao reproduzir imagens da palma da mão nos testes realizados. O resultado é quase como um negativo de uma fotografia, permitindo identificar com precisão o individuo responsável pela marca.

O sistema de metalização a vácuo é utilizada desde a década de 70 para captar imagens em superfícies lisas, porém, ainda não havia êxito ao visualizar impressões feitas em peças de tecido.

O processo não é simples de ser feito: o tecido é colocado em uma câmara de vácuo para que uma pequena porção de ouro seja aquecida e espalhada por todo o tecido. Depois, certa quantidade de Zinco é aquecida e novamente derramada sobre a superfície. Com isso, os metais se unem às áreas em que houve o contato, deixando as impressões digitais à mostra com bastante clareza.

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Fonte da imagem: Reprodução/Forensic Science International

Além da captação de digitais, o sistema permite visualizar as áreas em que houve contato com o suor do individuo, facilitando a identificação do DNA e o entendimento de sequencias de fatos em crimes. Assim, é possível ter saber com certeza se um indivíduo foi empurrado ou pulou de um prédio, por exemplo.

As pesquisas ainda estão em estágio inicial, porém, existem altas expectativas de que a técnica venha a fazer parte de investigações policiais em um futuro próximo.

Fonte: Forensic Science Internationa

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Secretário da Segurança anuncia medidas para resolver crise no IML

O secretário da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, anunciou nesta segunda-feira (21) medidas de curto e médio prazos para resolver a situação do Instituto Médico Legal de Curitiba e das unidades do interior. De imediato, serão contratados temporariamente médicos legistas, peritos e auxiliares de necropsia, peritos químico-legais, toxicologistas, auxiliares administrativos e motoristas para o IML de Curitiba e das 17 unidades instaladas no Estado.

“O IML tem hoje 73 médicos legistas em atividade e precisa de pelo menos o dobro para ter eficiência”, afirmou o secretário. Depois de aprovado na Assembleia Legislativa o projeto de lei que corrige algumas distorções na carreira, a Secretaria da Segurança Pública vai realizar concurso público.

A solução definitiva para Curitiba será a construção de novas instalações para o IML, num prazo de 12 a 15 meses. Em 60 dias, a secretaria entrega as obras das unidades do IML em Paranaguá, União da Vitória, Paranavaí e Toledo. Em seguida, haverá licitação para construção das unidades de Maringá, Londrina, Foz do Iguaçu e Ponta Grossa.
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APPEP Participa do I Encontro de Perícia Criminal e Segurança Pública do Estado do Paraná

Promovido pela Associação Nacional de Peritos Criminais Federais-APCF

No dia 03 de dezembro de 2010 , a APPEP participou  do I Encontro de Perícia Criminal e Segurança Pública do Estado do Paraná, promovido pela Associação Nacional de Peritos Criminais Federais-APCF,  realizado na sede da Polícia Federal em nossa Capital.O encontro contou com a participação de delegados da Polícia Civil e representantes da Polícia Militar do Estado, representantes do Sindicato dos Policiais Federais,Peritos Criminais Federais e Estaduais, Promotores de justiça e representantes dos conselhos comunitários de segurança.Dentre os palestrantes destacamos  o Perito Criminal Federal  Agadeílton Gomes Menezes que discorreu sobre a Autonomia e modernização dos Órgãos periciais criminais.Um dos tópicos abordados e amplamente discutido, destacou a importância do investimento em qualificação dos profissionais, a autonomia  pericial,bem como,  uma metodologia referente a perícia, levando-se em conta  a estrutura da cadeia de custódia das provas obtidas.
O papel da Polícia Federal no novo quadro político nacional, foi tema da palestra proferida pelo Delegado Federal e Deputado Federal eleito Fernando Destito Francischini.O Deputado Francischini destacou em sua explanação, o problema da chamada “autofagia”,onde representantes de entidades de classe, candidatos a cargos eletivos ou pessoas que representam ou queiram representar determinada categoria, são combatidas ou sabotadas por colegas do meio em que atuam.Frisou que essas atitudes em nada contribuem, ao contrário, impedem o crescimento da representatividade política e profissional. Ao final de seu pronunciamento, Fernando Francischini, disse que  pretende ser um dos  representantes da segurança pública  no Congresso Nacional.

Uma empresa pronta para o RG digital

Parte dos documentos de nova geração que os brasileiros levarão no bolso terá componentes feitos em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. A Gemalto, multinacional francesa que ocupa um prédio discreto quase na divisa com o município de Curitiba, pretende enviar ao governo federal para homologação um primeiro lote de chips para o Registro de Identificação Civil (RIC), uma espécie de RG eletrônico que irá substituir as carteiras de identidade e outros papéis.

O coração do RIC é um chip, semelhante àqueles usados nos cartões bancários, nos celulares ou nos cartões-transporte da Urbs. E essa é a especialidade da Gemal­to, que já atende a um terço da de­­manda das operadoras de telefonia do Brasil. Por isso a empresa pretende ampliar a capacidade para pleitear uma fatia do RIC. Atualmente, a unidade consegue processar até 4 milhões de módulos por mês.

Essa capacidade foi atingida com a inauguração de uma nova linha, de encapsulamento de chips. Com ela, a Gemalto do Brasil passa a implantar o wafer, uma folha com centenas de chips ligados um ao outro. Antes, ela trazia de fábricas na Ásia fitas, semelhantes às usadas nos projetores de cinema, na qual os chips estão emendados e prontos para serem aplicados aos cartões. Ago­ra, essa fita (que recebe o nome de lead frame é feita aqui, num processo que inclui uma “costura” microscópica, feita com fios de ouro cuja espessura é semelhante à de uma teia de aranha. Essa linha recebeu investimentos de R$ 10 milhões, valor igual ao que deve ser aplicado em um sistema de produção para o RIC. Continue reading

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